Filosofia de alarmes: racionalização antes da partida da unidade

Confira os resultados de um trabalho pioneiro realizado na Petrobras com a racionalização de alarmes para uma unidade industrial em construção.

Estabilização e Segurança Operacional em Indústrias

SOLUÇÃO
Estabilização e Segurança Operacional

TIPO DE PROJETO
Gerenciamento de Alarmes

CLIENTE
Petrobras

SEGMENTO
Óleo e gás

UNIDADE
Refinaria de Petróleo (REFAP) Unidade Canoas/RS

PERFIL

  • A Petrobras opera em 25 países, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados.
  • Localização da planta: Canoas, Rio Grande do Sul.
  • Unidade de Hidrodessulfurização de Nafta Craqueada.
  • Objetivo da unidade: redução da concentração de compostos de enxofre na gasolina, sem redução significativa na octanagem do combustível.
  • Investimento Petrobras: aproximadamente R$ 430 milhões.
  • Principais produtos: óleo diesel, nafta petroquímica, gasolina, GLP, querosene, asfaltos e solventes.
  • Capacidade: 189 mil barris/dia.

DESAFIOS

  • Racionalizar o sistema de alarmes na nova unidade HDS, durante a fase de projeto.
  • Trabalho pioneiro na Petrobras por abordar os principais conceitos de Racionalização de Alarmes aplicados a uma unidade industrial em processo de construção. Tais características trouxeram uma série de desafios e de peculiaridades ao projeto.
  • Foco em trazer qualidade aos alarmes: aumentando a confiabilidade do operador no sistema, garantindo uma operação mais segura da planta e propiciando o foco da operação na otimização da produção.
  • Racionalizar o sistema de alarmes de processos de uma refinaria de petróleo, ainda na fase de projeto.
    Projeto 1: HDS (tratamento de enxofre da gasolina) – 1.100 tags
    Projeto 2: HDT e UGH (tratamento de enxofre do diesel) – 2.500 tags

SOLUÇÃO

Engenharia

  • Racionalização dos alarmes e eventos previstos pelo projeto da unidade a partir do documento corporativo de filosofia de alarmes da refinaria

Gestão do Conhecimento

  • As avaliações da criticidade, tempo de resposta e o desenvolvimento das estratégias de supressão foram realizados por uma equipe fixa de trabalho formada por um operador de painel bastante experiente e dois facilitadores, além do apoio sob demanda de engenheiros de processo, equipamentos, controle e instrumentação

RESULTADOS

  • Realizar o trabalho em fase de projeto da unidade permitiu que a unidade já entrasse em operação com uma filosofia de alarmes determinada como alarmes bem configurados e número reduzido de eventos
  • Através da avaliação dos dados após a operação da unidade industrial, foi possível concluir que:
  1. média de alarmes por 10 minutos por operador é igual 0,27;
  2. maior pico de alarmes em 10 minutos para um operado foi de 56;
  3. percentual de tempo que um operador ficou recebendo mais de 10 alarmes a cada 10 minutos é sempre inferior a 0,20%.

Os três indicadores estão abaixo dos limites máximos recomendados pelas normas EEMUA 191 e a ISA SP 18.02

Gerenciamento de Alarmes Industriais Indicadores

Gerenciamento de Alarmes Industriais

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