GERENCIAMENTO DE ALARMES

PROTEÇÃO PARA SUA PLANTA INDUSTRIAL

o caminho para a segurança operacional

Descubra como o Gerenciamento de Alarmes pode ser a chave para otimizar a segurança e eficiência da sua planta industrial. Se o seu sistema de alarmes está sobrecarregando operadores ou se enfrenta a falta de metodologia documentada, podemos ajudar.

Conheça alguns dos desafios encontrados nas indústrias:

VOLUME ELEVADO DE ALARMES

Operadores lidando com uma carga excessiva de alarmes, comprometendo a eficácia do sistema.

EVENTOS CRÍTICOS NÃO ALERTADOS

Lacunas no sistema, como alarmes mal configurados, podem resultar em falhas graves não identificadas.

FALTA DE METODOLOGIA

Sem um documento de filosofia de alarmes, a configuração carece de padrões claros, levando a notificações desnecessárias.

PRINCIPAIS INDICADORES DE DESEMPENHO

NÚMERO DE ALARMES POR HORA POR OPERADOR

As normas ISA 18.2 e EEMUA 191 recomendam que um operador não receba mais do que 6 alarmes por hora, ou seja, cerca de 1 alarme a cada dez minutos.

PERCENTUAL DE TEMPO EM QUE 10 ALARMES SÃO ATIVADOS EM 10 MINUTOS

Trata-se de uma “avalanche de alarmes”, ou seja, em condição instável. Recomenda-se que esse percentual não ultrapasse 1% do tempo.

DISTRIBUIÇÃO DA CRITICIDADE DOS ALARMES CONFIGURADOS

Os alarmes podem ser classificados como de baixa, média ou alta criticidade, e o recomendado é que a distribuição em função do total de alarmes configurados seja de 80%, 15% e 5%, respectivamente.

ETAPAS TÍPICAS DO PROJETO

Um projeto de gerenciamento de alarmes geralmente dura alguns
meses. Essa duração depende da infraestrutura de automação da
planta industrial, da maturidade e disponibilidade das equipes, da
complexidade e dimensão do sistema de controle, entre outros
aspectos, e envolve as seguintes etapas:

1. ELABORAÇÃO DE DOCUMENTO DE FILOSOFIA DE ALARMES

Documento responsável por direcionar a engenharia e a operação quanto à correta necessidade, priorização, configuração dos alarmes, com foco na qualidade sobre a quantidade e baseado em normas como ISA 18.2 e EEMUA 191. Esse documento fundamenta as próximas etapas do projeto.

2. INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DE ALARMES

Com uma visualização centralizada e concisa, é possível obter importantes métricas, como o número de alarmes ativados por hora por operador, que permitem a avaliação do desempenho e a definição de respectivas ações corretivas para tornar o sistema robusto. Dessa forma, um software de gerenciamento de alarmes é uma excelente ferramenta para monitorar e avaliar esses sistemas, entregando de forma intuitiva e rápida os principais indicadores sugeridos pelas normas. Também é o principal aliado para o monitoramento e melhoria contínua dos alarmes, após a finalização do projeto.

3. DEPURAÇÃO DOS BAD ACTORS (PIORES ALARMES)

Atuar nos chamados bad actors é uma excelente maneira de iniciar a racionalização de um sistema de alarmes. Quando realizamos uma avaliação e correção nos alarmes de processo (configurações, criticidades, set points, etc), utilizando uma ferramenta de gerenciamento, obtemos uma significativa redução de alarmes ativados.

4. RACIONALIZAÇÃO SISTEMÁTICA DO SISTEMA DE ALARMES

A racionalização envolve a revisão crítica de cada alarme configurado no SDCD (Sistema Digital de Controle Distribuído) com o objetivo de otimizar a qualidade e a quantidade dos alarmes. Ela envolve uma equipe multidisciplinar da planta para o entendimento do processo e avaliação do tag do alarme (sua necessidade e prioridade). Não se trata apenas de reduzir as notificações, mas de melhorar a qualidade da informação entregue, permitindo uma resposta mais rápida e precisa da operação em situações críticas.

5. IMPLANTAÇÃO DO PROCESSO CONTÍNUO DE MONITORAMENTO E GERENCIAMENTO DE ALARMES

Ao final do projeto, é fundamental a estruturação de um processo de monitoramento e melhoria contínua dos alarmes da planta. A equipe, treinada para seguir a filosofia de alarmes e equipada com uma ferramenta que entregue os indicadores pertinentes, é capaz de avaliar periodicamente o sistema de alarmes, fazendo correções e aprimoramentos contínuos.

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RESULTADOS REAIS

Veja os nossos cases e os resultados obtidos:

Como reduzir o número de alarmes por operador em 97%

Como reduzir o número de alarmes por operador em 97%

O uso do software BR-AlarmExpert, combinado com reuniões periódicas com equipe multidisciplinar da planta, possibilitou a depuração do sistema de alarmes em uma mineradora. Os operadores da mineradora tratavam com uma quantidade excessiva de alarmes ativados durante a...

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Perguntas frequentes sobre gerenciamento de alarmes

Conduzimos o ciclo completo. Elaboramos o documento de filosofia de alarmes, instalamos e configuramos o BR-AlarmExpert para medir os indicadores, depuramos os bad actors (os alarmes que mais disparam), fazemos a racionalização sistemática com a equipe da planta e deixamos implantado um processo contínuo de monitoramento. Todo o trabalho tem a ISA 18.2 e a EEMUA 191 como referência.

Um projeto inicial pode ser realizado em até 3 meses, já um projeto completo costuma durar mais do que 6 meses. O prazo depende da infraestrutura de automação da planta, do porte e da complexidade do sistema de controle e da disponibilidade das equipes. Os primeiros ganhos aparecem bem antes disso: atuando nos bad actors, é comum reduzir cerca de 90% dos alarmes ativados em poucas semanas.

Ele coleta o histórico de alarmes industriais registrado no sistema de controle e calcula automaticamente os indicadores recomendados pelas normas, como alarmes por hora por operador, tempo em avalanche e distribuição de prioridades. Também aponta bad actors, alarmes intermitentes e alarmes congelados. O BR-AlarmExpert, nosso software, entrega essas análises em dashboards acessíveis por computador, tablet ou smartphone e já foi implementado em mais de 100 unidades industriais.

Provavelmente sim! O BR-AlarmExpert se integra aos mais variados sistemas de controle, incluindo SDCD (Sistema Digital de Controle Distribuído) e PLC de diferentes fabricantes. Ele também separa os dados de cada unidade industrial em fontes distintas, o que permite acompanhar várias plantas ou áreas no mesmo ambiente. Na etapa de diagnóstico, avaliamos como o seu sistema armazena os eventos de alarme para definir a forma de coleta.

O gerenciamento de alarmes é o processo contínuo que cobre todo o ciclo de vida do sistema, da filosofia de alarmes à auditoria. A racionalização de alarmes é uma etapa desse ciclo: a revisão crítica, alarme por alarme, feita por uma equipe multidisciplinar para definir o que se justifica, com qual prioridade e com qual configuração. É a etapa de maior impacto, mas sem monitoramento e gestão de mudanças o ganho se perde com o tempo.

Em uma mineradora, o BR-AlarmExpert combinado com reuniões periódicas da equipe multidisciplinar reduziu em 97% os alarmes por operador, que em decorrência disso, passou a operar a planta de forma mais eficiente, reduzindo as paradas por intertravamentos em mais de 70%. Em uma empresa de energia, racionalizamos mais de 4.000 alarmes para colocar o sistema em conformidade com a EEMUA 191 e a ISA 18.2. Na prática, o operador passa a receber menos alarmes e de melhor qualidade, responde melhor em situações críticas e a planta reduz as paradas não planejadas.

Sim. A ISA 18.2 e a EEMUA 191 não são leis, mas são a referência adotada em auditorias, especificações de projeto e exigências de órgãos reguladores em setores como óleo e gás. Na Ventura Offshore, conduzimos um projeto completo de gerenciamento de alarmes em sondas, com padronização, capacitação das equipes e racionalização, para adequar os sistemas às exigências regulatórias e às normas do setor.

É o cenário ideal. Racionalizar os alarmes ainda na fase de projeto faz a unidade entrar em operação com a filosofia definida e os alarmes bem configurados, sem herdar a sobrecarga. Fizemos isso em uma unidade de hidrodessulfurização da Petrobras em Canoas (RS): desde a partida, o tempo em avalanche ficou sempre abaixo de 0,20%, superando os benchmarking recomendados pela ISA 18.2 e da EEMUA 191.

Sim. Oferecemos treinamento em gerenciamento de alarmes para equipes de operação, engenharia de processo e automação, e a capacitação também faz parte dos nossos projetos. É ela que garante que a equipe siga a filosofia de alarmes, interprete os indicadores e mantenha os ganhos depois que o projeto termina.

Aplicamos o gerenciamento de alarmes industriais em plantas de processos e operações contínuas, como refinarias, petroquímicas, sondas offshore, mineração, geração de energia e papel e celulose. O ponto em comum é um sistema de controle (SDCD ou PLC) com posto de operação centralizado, com centenas ou milhares de alarmes configurados e operadores que precisam responder de forma eficiente quando o processo sai da condição normal.

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